Que veja a vida como um tobogã
dói a bunda e dá medo
mas você quer ir de novo
"como se não houvesse amanhã!"
em cada perigo, um brilho
em cada canto vivo
em cada gota vive
frescor da manhã
em cada trilha
em cada peça, em cada linha
escalda pés, amarelinha
em cada escada minha
que a noite descanse
e de dia caminha
de dia, corre
de noite dorme
descansa a bunda que bateu
recolhe a alma no chapéu
declara o verde
que colheu
solta o azul
junto do céu
guarda o descanso
junto aos seus
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